Eletroterapia a servi PDF Imprimir E-mail
Escrito por Denis Henrique Silva   
Seg, 07 de Maio de 2007 20:52
Circulação sanguínea revigorada, células oxigenadas e nutridas promovem maior multiplicação dos fibroblastos responsáveis pela produção de fibras de colágeno, fibras elásticas e reticulina, promovendo assim a revitalização da pele. Assim é o tratamento por procedimento de microcorrente, indicado para aumentar a hidratação da pele e reduzir as marcas de expressão.

 Em teoria, o tecido saudável é o resultado do fluxo direto de correntes elétricas pelo nosso corpo. O balanço elétrico é alterado quando o corpo é lesado em um determinado local, fazendo com que a corrente elétrica mude seu curso. O uso de Micro-correntes sobre a lesão tem o objetivo de normalizar esse fluxo, objetivando o reparo do tecido.

A microcorrente acelera em até 500% a produção do Trifosfato de adenosina (ATP), sendo essa molécula a grande responsável pela síntese protéica e regeneração tecidual devido a sua participação em todos os processos energéticos da célula.

Quando falamos em eletroterapia, várias são as possibilidades que nos vem à mente devido a alta gama de estudos desenvolvidos nas diversas categorias utilizadas nesta modalidade terapêutica. Isto é uma vantagem para o paciente e uma ferramenta a mais para o terapeuta.

Por outro lado, quando procuramos estudos realizados com o que, nos Estados Unidos, é chamado de "wave of the future", nos deparamos com uma lacuna muito importante a ser preenchida.

A microcorrente é um adjuvante extremamente eficaz em diversas patologias, com superior vantagens quando pensamos em terapia minimamente invasiva, pois ela é sensorialmente menos invasiva que as correntes terapêuticas.

A microcorrente é uma corrente polarizada que utiliza baixíssima amperagem, sendo mesmo sub-sensorial, que possui diversas respostas fisiológicas que gerarão adaptações benéficas aos tecidos lesados.

Ela pode ser oferecida em aparelhos especializados ou através de um novíssimo adesivo (MCT Patch®) que provê uma carga de 41 microamperes com uma capacidade de tratamento de até 500 hs.

Em 1985, Becker já falava sobre a "corrente de lesão" derivada da incapacidade da condução da corrente biológica em tecidos lesados. Esta corrente ocorre em picos (trilhões) e nano (bilhões) da amplitude de amperes.

Existe um montante considerável de literatura científica sugerindo que a cicatrização, crescimento e regeneração em todos os organismos vivos são mediados por um fluxo endógeno de corrente elétrica. Em tecidos lesados, entretanto, uma "interrupção elétrica" toma lugar, ocorrendo um aumento na resistência ao fluxo elétrico (bioimpedância elétrica), o que impede a resolução de problemas crônicos e da dor. Para solucionar este dilema, foi desenvolvido o MCT Patch® que oferta microcorrentes exógenas (milionésimo de um ampere) para o local lesado para normalizar o fluxo de corrente endógena. A bioimpedância dos tecidos lesados é então reduzida, restabelecendo a bioeletricidade para reestabilizar a homeostase local. A terapia com estimulação por microcorrente pode, então, ser vista como uma catalisadora nos processos iniciais e de sustentação em numerosas reações químicas e elétricas que ocorrem no processo cicatricial.

 

Indicação
Contra-Indicação
  • Dor aguda e crônica
  • Inflamação - edema
  • Sinovite
  • Disfunções músculo-esqueléticas
  • Síndrome pré-menstrual
  • Lesões esportivas - luxações, estiramentos e contusões
  • Condições artríticas - Osteoartríte (OA)
  • Lombociatalgia
  • Disfunções têmporo-mandibulares (DTMs)
  • Fibromialgia (FMS)
  • Fáscite plantar
  • Cotovelo de tenista
  • Síndrome do túnel do carpo (STC)
  • Fraturas - Calcificação óssea
  • Cicatrização de feridas - Úlceras isquêmicas
  • Em síndromes dolorosas onde a etiologia não está estabelecida
  • Gravidez
  • Usuários de marca-passo
  • Diretamente sobre feridas infectadas
  • Sobre tumores malignos ou benignos
  • Sobre o globo ocular
  • Sobre o sino carotídeo
  • Osteomielite
  • Sobre a musculatura laríngea
  • Na presença de substâncias tópicas contendo íons metálicos
  • Feridas requerem uma lavagem completa com íons metálicos antes da eletroestimulação
 

 

Última atualização ( Ter, 08 de Maio de 2007 12:26 )
 

Your are currently browsing this site with Internet Explorer 6 (IE6).

Your current web browser must be updated to version 7 of Internet Explorer (IE7) to take advantage of all of template's capabilities.

Why should I upgrade to Internet Explorer 7? Microsoft has redesigned Internet Explorer from the ground up, with better security, new capabilities, and a whole new interface. Many changes resulted from the feedback of millions of users who tested prerelease versions of the new browser. The most compelling reason to upgrade is the improved security. The Internet of today is not the Internet of five years ago. There are dangers that simply didn't exist back in 2001, when Internet Explorer 6 was released to the world. Internet Explorer 7 makes surfing the web fundamentally safer by offering greater protection against viruses, spyware, and other online risks.

Get free downloads for Internet Explorer 7, including recommended updates as they become available. To download Internet Explorer 7 in the language of your choice, please visit the Internet Explorer 7 worldwide page.